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"NUNCA ANDE PELO CAMINHO TRAÇADO, POIS ELE CONDUZ SOMENTE ATÉ AONDE OS OUTROS FORAM". Alexander Grahan Bell.

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Aventuras (e desventuras) para Morungaba

Após três semanas sem sair de casa, devido a uma forte gripe, lá estava eu, sábado, 16, para mais uma aventura, claro, sempre na companhia do cunhado Jorge, 37. Nosso próximo desafio: pedalar de Joaquim Egidio até Morungaba. A distância não é grande, são apenas 20 quilômetros que separam o distrito de Campinas à Estância Climática. Numa localização priveligiada, a pequena cidade, com pouco mais de 12 mil habitantes, encontra-se próxima de Jundiaí, Itatiba, Amparo, Tuiuti, Bragança Paulista, Amparo, Serra Negra e Águas de Lindóia. Morungaba fica num vale ao pé da Serra das Cabras. O caminho por Joaquim Egidio é bom. O ciclista segue tranquilamente por pista até o Observatório de Capricórnio... cerca de 13 quliômetros de asfalto. Na bifurcação para o Observatório começa a estrada de terra. Tanto faz seguir pela direita (Observatório) ou pela esquerda. Ambos os sentidos dão acesso a Morungaba. O problema é que daquele ponto em diante, independente o percurso, é subida e mais subida de esforço físico médio. Mas, como havia chovido na noite anterior, pegamos trechos bastante complicados por causa do barro. No caminho encontramos outro ciclista que havia se perdido de seus colegas. Na tentativa de fugir do barro, seu Walter, 63, resolveu cortar caminho por uma fazenda que não o levou para lugar algum. Quando ele nos avistou, pediu ajuda para, literalmente, pular a cerca. É claro que não recusamos e o ajudamos a pular duas cercas de arame farpado. Logo adiante lá estavam seus amigos. José, 52, e Alcides, 46, com as amigas bikes. Jorge e eu nos juntamos ao grupo e pedalamos até Morungaba, já que eles conhecem bem aquela região. Na pacata cidade, paramos para um rápido lanche numa simpática padaria e seguimos adiante... mais 13 ou 15 quilômetros de trilha - mata d'entro de Morungaba. Quase 10 horas da manhã e o sol, finalmente dá as graças, pois às 7h30, quando saímos de Joaquim Egidio, o tempo estava nublado com um vento gelado em nossos rostos. A paisagem na área rual de Morungaba é de encher os olhos... e de lágrimas também!!! De onde estávamos dava para ter uma noção do que nos aguardava no retorno. É verdade... a subida, de volta para casa, não é das mais convidativas. Porém, tínhamos de retornar. Pelo menos, o pior trecho de subia é asfaltado, lisinho, mas de uma inclinação de dificuldade física alta, para quem não está acostumado. Se eu estou? Bem, foi difícil, mas consegui. Já no alto da Serra, nosso amigo José, nos aconselha a subir um pouco mais, até o Observatório de Capricórnio, para fugirmos do barro que enfrentamos na ida. Mais algumas leves subidas e, finalmente, o fim do drama. Agora é soltar as amigas bikes e relaxar as pernas até pegar a pista de asfalto que nos leva ao posto de combustível (lacrado) de Joaquim (chegamos às 13h30 - 60 kms de pedal). Ah, antes de eu encerrar, uma última informação: o barzinho que lá servia um delicioso açaí ou aquela salada de frutas fresquinha...
F E C H O U! Não temos mais as tiazinhas que tanto nos atendiam e serviam bem. Waltão, Zé e Cidão, vamos voltar lá para gravar mais imagens dos pontos turísticos da cidade. Abraços a todos!
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Lembre-se, amante do ciclismo, jamais esqueça os equipamentos básicos de segurança: capacete, luvas e óculos.

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